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terça-feira, 3 de janeiro de 2012

Onegai Twins a continuação Onegai Teacher


Onegai Twins

A série gira em torno de uma família de 3 adolescentes, todos os quais vivem juntos, mas sem saber quais são os dois entre os três que são parentes, só se sabendo da existência do vínculo entre eles por causa de uma velha fotografia. Curiosamente, os três tem a mesma foto, que mostra um casal de 3, 4 anos em uma piscina. E como tanto na foto como os três tem olhos azuis, fica-se a dúvida do real parentesco entre eles.
A série, que é uma espécie de continuação de Onegai Teacher foi exibida inicialmente no Japão no canal de televisão por satélite WOWOW, tendo começado em 15 de julho de 2003 e tendo durado 12 episódios na televisão, além de um episódio adicional lançado como um OVA, diretamente em DVD.
O vínculo das histórias ocorre no ínicio, com os personagens vendo a casa que aparece na fotografia, em uma reportagem da TV sobre alienígenas. Esta reportagem cita a chegada da professora de Onegai Teacher.
O primeiro a chegar é Maiku, que aluga a casa em questão, por ter esperanças de lembrar de algo de sua família. Um dia ao ir a escola, ele ajuda Miina que estava sendo atacada por um motorista que dava carona, e também vê Karen no trem chegando a cidade.
A noite, Miina vai até a casa dele e se apresenta como irmã gêmea. Ele nem bem entendeu a idéia, quando chega Karen, que os vê com roupas de banho e desmaia. Após isto Maiku decide acolhe-las em sua casa.
A medida que a história se desenrola, ocorrem surpresas, revelações e descobertas de sentimentos por personagens profundos e ao mesmo tempo ingenuos em questões de família, exatamente por todos terem sido abandonados em orfanatos.

Personagens Principais

 

Maiku Kamishiro (神城 麻郁 Kamishiro Maiku?)
O personagem principal da história, Maiku tende a ter os pés sempre no chão. Ele é um programador de computadores e estudante do ensino médio. No início da história ele mora sozinho, mas logo Miina Miyafuji e Karen Onodera passam a morar com ele, após descobrirem que uma delas é irmã biológica dele, embora não se saiba qual.
Miina Miyafuji (宮藤 深衣奈 Miyafuji Miina?)
Miina tende a ter uma personalidade hiper-ativa e se apaixona por Maiku, embora tenha medo de demonstrar seus sentimentos já que ela pode ser irmã dele.
Karen Onodera (小野寺 樺恋 Onodera Karen?)
Karen é normalmente uma garota muito tímida que tende a desmaiar quando as coisas ficam complicadas, falando Nyu antes de cair. Da mesma forma que Miina, ela se apaixona por Maiku, mas também tenta não mostrar seus sentimentos, já que ela pode ser irmã dele.

[editar] Personagens Secundários

Haruko Shidō (四道 晴子 Shidō Haruko?)
Haruko é a irmã de Matagu e é muito imatura. Embora ela saiba que seu irmão é um pervertido, ela normalmente não presta atenção em questões ligadas a sexo.
Kousei Shimazaki (島崎 康生 Shimazaki Kōsei?)
É um dos amigos mais chegados de Maiku. Ele costuma fingir ser gay, mas, em segredo, gosta de Tsubaki Oribe.
Tsubaki Oribe (織部 椿 Oribe Tsubaki?)
É a vice-presidente do conselho estudantil e normalmente age sempre de forma muito séria. Gosta de Maiku, e a única pessoa que sabe é Ichigo Morino.
Ichigo Morino (森野 苺 Morino Ichigo?)
É a presidente do conselho estudantil e um dos personagens que vêm de Onegai Teacher. Ichigo normalmente evita companhias masculinas, em parte porque ela sofre de uma doença rara que a deixou numa espécie de coma por seis anos, paralisando seu processo de envelhecimento. Assim, embora ela tenha 21 anos, parece ter 14 ou menos.
Matagu Shidō (四道 跨 Shidō Matagu?)
Matagu é um veterano da escola de Maiku. Age sempre como um pervertido, mas na verdade tem uma boa natureza.
Mizuho Kazami (風見 みずほ Kazami Mizuho?)
Professora da escola dos personagens principais, na verdade é uma alienígena. É casada com um dos alunos da escola, Kei Kusanagi, que sofre da mesma doença de Ichigo e parece ter cerca de 17 anos, embora tenha 20.
Kei Kusanagi (草薙 桂 Kusanagi Kei?)
Personagem principal de Onegai Teacher. Aparece de vez em quando em Onegai Twins, mas sempre sem falar nada. A única vez que ele fala é no OVA. Kei sofre da mesma doença que Ichigo e ficou em coma, sem envelhecer, por 3 anos. Assim, ele tem 20 anos, mas parece ter 17. É casado com Mizuho Kazami.
Koishi Herikawa (縁川小石 Heikawa Koishi?)
Outro personagem de Onegai Teacher que aparece brevemente na série, Koishi é uma aluna da mesma escola onde estudam os personagens principais. Sua família é dona da Mercearia Herikawa, onde Miina e Karen trabalham em meio horário.
 Fonte: wikipedia

Historia de Onegai Teacher

Onegai Teacher
A historia se passa no ano de 2035 falando sobre Kei Kusanagi um garoto do colegial com uma misteriosa doença, o "Tetai", que faz com que ele desmaie conforme as suas emoções. Ele acaba se apaixonando por sua professora, Mizuho Kazami, que é uma extra-terrestre com aparência igual a de um ser humano, que veio ao planeta para estudar o comportamento de jovens estudantes. Devido a um mal entendido com os tios de Kei e o diretor do colégio onde ele estuda e ela trabalha, Kei e a professora Mizuho acabam se casando, mas mantêm isto em segredo das pessoas da cidade. Isto dificulta até mesmo o relacionamento entre Kei e seus amigos.
A professora traz consigo um computador falante, chamado Marie (Onegai Teacher) que emite sons engraçados a todo o instante. Participam na trama também a mãe e Maho a irmã de Mizuho Kazami.

Fonte: wikipedia

domingo, 1 de janeiro de 2012

análise de battlefield3




               
Nome: Battlefield 3
Um das grandes novidades – se pensarmos que estamos perante a continuação do Battlefield 2 – passa pela inclusão de uma campanha a solo. Pela primeira vez, a série Battlefield teve direito a uma narrativa, após várias tentativas em jogos como Battlefield: Bad Company e Battlefield: Bad Company 2. Como não poderia deixar de ser, a história envolve um soldado norte-americano, terroristas russos e conspirações contra a América. O nosso personagem, o sargento Blackburn, foi posto numa sala para ser interrogado pelos serviços de segurança interna, onde iremos voltar atrás no tempo e reviver cada uma das missões em que esteve envolvido por forma a evitar a conspiração que paira no ar.

Esta é, sem margem para dúvidas, a melhor campanha que algum Battelfield alguma vez teve direito mas, infelizmente, isso não significa que seja a melhor campanha presente num jogo do género. A narrativa está cheia de clichés e o nosso papel é maioritariamente secundário. Estamos sempre a seguir alguém para algum lado que, grande parte das vezes, nos leva à morte devida à fraca inteligência artificial. Não posso deixar de dizer que a sua linearidade e a falta de aproveitamento do motor de destruição, um trabalho de vozes menos conseguido e a sua curta duração tornam esta narrativa fácil de esquecer.

A inclusão de um modo cooperativo vem ajudar a esquecer o single-player. Até um máximo de quatro jogadores podem jogar nas seis missões disponíveis, onde os seus objectivos variados e a sua linearidade irão fazer com que muitos desfrutem mais deste modo do que a campanha. Os seis mapas são retirados de localizações do modo “secundário” e metem os jogadores a cumprir objectivos que vão desde destruir um determinado alvo a defender um um ponto no mapa, enquanto enfrentam muitas vagas de inimigos. O desafio oferecido por este modo suplanta definitivamente o da história, oferecendo cerca de 15 minutos de intensa acção e sem checkpoints. Para ajudar a equilibrar as coisas, estão inúmeras caixas de munições espalhadas pelos níveis, para além da possibilidade de podermos “devolver” a vida aos nossos companheiros.

Mas tratando-se de um jogo que conta com um historial muito bom no que toca aos modos multijogador competitivo, Battelfield 3 vem novamente confirmar esse estatuto, sendo essencialmente uma excelente experiência online que recorre ao uso de físicas.

Battlefield 3 continua o trabalho desenvolvido em jogos anteriores e expande-o para algo em grande escala e mais intenso que nunca. Com o regresso das batalhas com 64 jogadores na versão PC, Battlefield 3 consegue facilmente ser a maior e melhor experiência disponível actualmente no mercado. O caos e a ferocidade vividos nestes encontros multijogador parece que nos coloca directamente no meio de um conflito, imergindo-nos na acção de uma maneira impressionante.

Continuando o trabalho de instalações anteriores, a produtora incluiu algumas alterações nas classes, tornando-as mais versáteis. Existem, portanto, quatro classes por onde escolher – Assault, Engineer, Support e Recon. Cada uma destas classes foi reestruturada para colmatar a não comparência das outras (Medic, Anti-Tank,etc...), sendo galardoadas com todo um role de gadgets específicos para cada uma. Desta vez, cabe à classe Assualt dar vida aos companheiros de equipa, enquanto que a classe Support terá de fornecer munições e valentes rajadas de tiros (o chamado fogo de supressão). Mais uma vez, a DICE dá primazia ao trabalho de equipa, graças ao aprimorar destas quatro classes, tornando o jogo mais balanceado. Posso-vos dizer que do que joguei, não notei que alguma destas classes fosse overpowered.

Naturalmente, a vertente multijogador conta com um sistema de progressão semelhante ao encontrado nos jogos anteriores. O jogador irá ganhar pontos consoante o seu desempenho no campo de batalha, que irão desbloquear novas armas, acessórios e “perks” com a particularidade da experiência ganha ser restrita à classe usada nessa ronda. Neste departamento, vocês terão largas horas pela frente até conseguirem desbloquear tudo.

Para além dos habituais modos de Team Deathmatch, o jogo conta com o clássico Conquest, onde os jogadores terão de capturar bandeiras por forma a reduzir os tickets da equipa adversária, e o muito popular modo “Rush”, em que a equipa atacante terá de destruir estações M-COM, enquanto a outra terá impedir que isso aconteça. A destruição de uma estação M-COM irá desbloquear uma nova zona do mapa. Estes dois modos - e não é por acaso são os mais populares – funcionam eximiamente com os mapas enormes incluídos em Battlefield 3. O sentimento que nos emerge num conflito de grande escala volta aqui a mostrar-se, e estes são definitivamente os modos que vincam a personalidade de Battlefield 3.

À disposição do jogador está um número considerável de veículos, que sempre fizeram parte desta franquia, e que influenciam o resultado de uma forma bastante considerável. Isto acontece, porque a utilização destes veículos está dependente de alguns factores como a habilidade do jogador que os controla e o trabalho de equipa. Imaginando duas equipas perfeitas, iremos ter a oportunidade de assistir às melhores batalhas de sempre, onde um pequeno pormenor pode decidir o resultado dessa ronda. A habilidade de se poder fazer spawn junto dos líderes de equipa, evita a tediosa corrida num mapa enorme e que, na maioria das vezes, resulta numa morte certa. Porém, e se no vosso caso não gostam de conflitos com muitas pessoas, existe a possibilidade de personalizar o número de jogadores (16/24/32/64).

O controlo destes veículos é relativamente intuitivo e os jogadores não irão encontrar grandes dificuldades em adaptar-se aos diferentes tipos. Isto é um facto, e se são jogadores dos títulos anteriores, a vossa adaptação não irá necessitar de grande destreza da vossa parte.

A espectacularidade de Battlefield 3 chega-nos nos mapas com secções mais urbanas, em que a acção se torna muito, mas muito divertida. Um dos grandes responsáveis por este acontecimento, é o motor de jogo Frostbite 2, que faz com seja praticamente tudo destrutível. Esta destruição faz com que a acção não pare, dando uma imprevisibilidade característica desta franquia. Se num momento estamos dentro de um edifício, noutro estamos a morrer porque alguém detonou cargas C4 e o fez ruir em cima de nós. Só o facto de haver destruição em grande escala faz com que as rondas nunca sejam iguais, elevando o seu valor de repetição para algo superior ao encontrado noutros jogos.

A credibilidade dos acontecimentos supracitados, advém, também, da apresentação de um grafismo soberbo. Battlefield 3 tornou-se a nova referência dos tempos actuais. O jogo fornece tanta informação visual que mesmo passadas largas horas, nós ainda continuamos a descobrir novos pormenores que nos deixam de boca aberta. Seja a explosão de uma granada que faz abanar as folhas das árvores, a nuvem de pó que se levanta após o disparo de um tanque ou o pó e as pintas que se vão acumulando no ecrã do nosso jogador e que são reveladas quando a luz incide sobre nós, fazem deste jogo um “must”.

Fonte:  mygames